Artigo escrito emjulho 2015

Cartier Paris e a pulseira prego!

Share

O novo objeto de desejo de nove entre dez fashionistas antenadas é a pulseira Clou (prego), da Cartier. Desde que foi lançada, virou mania, assim como a pulseira Love, que já era um clássico da Maison. Durante a ‘Fashion Week’, acontece na boutique um verdadeiro desfile de clientes deslumbrantes atrás do acessório.
Em ouro amarelo, branco e rosa, e com diamantes, as pulseiras são uma verdadeira tentação – causam o mesmo efeito que a bolsa “birkin”, da Hermés, nas mulheres de bom gosto. O interessante é usar os dois modelos juntos e misturados de uma forma bacana e despretensiosa.

A localização da boutique Cartier, na Rue Fraçois 1er, é estratégica para os fashionistas que vêm a Paris, no coração do ’8eme arrondissement’, chamado “le triangle d’or”, do lado da Dior, Balmain, Courrèges e de vários showrooms.

As clientes brasileiras são recebidas num espaço VIP pelo gemólogo e mestre em alta joalheria Rafael Lupo Medina, que, além de orientar na compra, explica detalhes sobre a qualidade e a pureza dos diamantes.
E, como lembrancinha, tem o hábito de oferecer um lindo livro com imagens que contam um pouco da história da marca.

Os dois modelos – a Clou e a Love – foram criados pelo designer Aldo Cipullo; a Love, no início dos anos 70, e a Clou, mais recentemente.

A Cartier foi fundada em 1847; desde então, tornou-se a Maison preferida de vários reis e rainhas. Sempre primou pela qualidade e extremo bom gosto de suas peças, mostrando o que há de melhor do savoir faire da joalheria francesa. Quando se adquire uma peça assinada Cartier, adquire-se, também, um pouco da história de uma das mais importantes joalherias do mundo.

Fotos: Gerson Lirio

Maison Cartier
Rue François 1er – 75008, Paris

Acessorios masculinos PFW verao 2016

Share

Os acessorios dos desfiles masculinos verao 2016 em Paris são quase tão importantes como os looks: bolsas, sapatos, óculos, tênis ou o lenço, que ganharam uma proporção enorme nas coleções apresentadas.

O cinema esteve presente nas estampas do estilista Dries Van Noten, que usou o ícone Marilyn Monroe em camisetas e casacos, tudo muito fluido, com superposições de tecidos e muito material nobre. (fotos acima)

Cristo também este presente: nas estampas da Maison Givenchy, em camisetas e camisas, que mostrou uma moda com silhueta de uniforme de prisioneiro, cheia de detalhes. (fotos acima)

Às vezes tínhamos a impressão de não estar assistindo a um desfile de verão, como foi o caso da Lanvin, em clima de streetwear chique, com lindos casacos assimétricos em cores escuras. (fotos acima)

O homem Vuitton, além de chique, adora uma jaqueta de seda bordada com motivos japoneses, usa um “foulard” escrito Louis Vuitton no pescoço, usa bolsa branca, tênis branco e prefere uma silhueta superajustada em casacos, jaquetas e ternos. (fotos acima)

A Dior mostrou uma coleção muito elegante, uma mistura de ternos bem cortados e estilos de rua com vários zíperes como detalhe nas calças, e muito “boots”. (fotos acima)

Hermés fez um desfile como esperado: chique. Atemporal, com peças ricas, como a jaqueta de “patchwork” de pele de serpente colorida, calças largas de chamois que pareciam seda, dando um clima de modernidade em silhuetas clássicas. (fotos acima)

O safári chique da Balmain no seu desfile de estreia agradou muito – um safári com peças importantes e de extremo bom gosto. (fotos acima)

Comme des Garçons, mais uma vez, mostrou uma moda conceitual, com modelos estampados, muita bermuda e cabelos amarelos. (fotos acima)

Martin Margiela desfilou looks modernos, com peças bacanérrimas que prometem exprimir a personalidade de quem as usa. (fotos acima)

As bolsas coloridas em lilás, rosa, azul da coleção da Maison Berlutti chamaram a atenção de todos: bolsas e sapatos clássicos em cores inusitadas. (fotos acima)

Saint Laurent mostrou que o vintage, o rock e o glam são mesmo o DNA da maison, com desfile colorido e moderno.

As fotos de Marcio Madeira estão aí para provar que tudo está mais moderno no universo masculino do homem internacional.

Street Style Paris fashion week

Share

Não é só nas passarelas, durante a semana de moda, que acontece um show.
Depois de alguns anos, as portas dos desfiles, na entrada e na saída, viraram um verdadeiro espetáculo de tendências, com blogueiras e convidadas do mundo inteiro que se vestem especialmente para serem fotografadas.
Uma multidão de fotógrafos aglomeram-se em frente à saída, para poder fotografar as mais bem vestidas – separei algumas fotos para vocês de street style da ultima semana de moda parisiense.

Fotos: Gerson Lirio

Desfiles Haute Couture Julho-15, Paris

Share

Chegou um dos momentos mais importantes da moda internacional, a semana da “Haute Couture Parisiense”, um momento raro de criatividade, inovação, e sonho. Com cenários às vezes grandiosos, como os da Dior e Chanel, e outros mais contidos, as maisons apresentam o que há de mais forte em termos de mão de obra especializada, tecidos, acabamentos, modelagens e bordados nas suas coleções.

Os desfiles da “Haute Couture”, que normalmente eram reservados para algumas clientes privilegiadas, já, há algum tempo, com a nova mídia, tomaram proporção de grandes eventos.

Nesta edição, as coleções estão iluminadas, ou por cores fortes, ou por bordados e estampas floridas e coloridas; os volumes continuam importantes assim como detalhes de golas e mangas.

É realmente um universo único, que celebra a beleza e a criatividade da moda no seu estado puro. Separei algumas imagens do Gerson Lirio para vocês.

Dior Show Room Croisière 2016 Paris

Share

 

Durante a semana de Haute Couture parisiense, aconteceram vários eventos fashion. Selecionei alguns para vocês.

Showroom Dior, na Avenue Montaigne: Priscila Monteiro, relações-públicas da maison no Brasil, recebeu a imprensa brasileira para apresentar a coleção Croisière Dior. O estilista criou novas texturas em peças contemporâneas e uma linha de acessórios intitulada “Paradise Dior”.

Palais Bulles: a casa de Pierre Cardin no sul da França, utopia arquitetural que reúne terra, céu e mar, é um projeto onde o futuro se constrói organicamente, com formas e arquitetura a partir do passado. Para a coleção Raf Simons, diretor artístico da Dior, houve um realce nas paisagens e a memória do sul da França.Inspirado pelas cores, texturas, luzes e o panorama natural da Côte d’Azur, o estilista criou novas texturas em peças contemporâneas. Assim, o Palais Bulles vem a ser a metamorfose absoluta desta coleção.

Os tesouros da marca Louis Vuitton

Share

Um exposição excepcional de objetos que fizeram o nome da marca Louis Vuitton acontece na Galerie de la Maison Louis Vuitton em Asnieres-sur-Seine, perto de Paris.

Foi em 1859 que Louis Vuitton chegou a Asnieres-sur-Seine, para se instalar com a família e abrir seu ateliê. A família morou no endereço até 1964, ficando somente os ateliês no local, que existem até hoje, com artesãos especializados que fabricam os pedidos especiais de malas, bolsas e baús. É também onde ficam os arquivos, cuidadosamente conservados, com mais de 165.000 documentos, como fichas de clientes, registros de vendas, os cartazes da época e 23.000 objetos, como malas, valises, bolsas e prêt-à-porter – peças que pertenceram a vedetes do cinema, príncipes, milionários excêntricos, clientes exclusivos.

É exatamente essa coleção de ícones da maison que está sendo exposta na Galeria da Louis Vuitton. Judith Clarck, curadora da exposição, teve acesso a esse endereço íntimo da família. Com a exposição, ela conseguiu realçar o universo de luxo da marca dentro de um clima lúdico, criativo e atemporal.

Durante a semana da Haute Couture, a imprensa internacional foi convidada a conhecer o endereço e a exposição. Para o público, as visitas acontecem somente no fim de semana e com horário marcado.

Bacanérrimo!

18 Rue Louis Vuitton, 92 600 Asnières-sur-Seine

+331 47 33 29 40

Imagens da dança

Share

O fotógrafo Matthew Brooks, que trabalha para revistas, como “Vogue” homem, “Numero“, “L’Officiel Homme“, entre outras, lançou seu primeiro livro de fotografias na Colette, em Paris, durante a semana da Haute Couture.

O universo da dança foi o escolhido por ele para esta 1ª edição, com imagens deslumbrantes dos bailarinos da Ópera de Paris em preto e branco. Com isso, a Colette, no dia 6 de julho, virou o palco dos bailarinos da ópera que, em sua maioria, foram prestigiar o lançamento do livro, assim como vários amigos brasileiros do fotógrafo, que adora o Brasil.

Matthew é um grande fotógrafo – seu trabalho tem sido reconhecido por editoras e estilistas do mundo inteiro.

Les Danseurs

Matthew Brooks